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02/07/2015

Detran diz que 700 desmanches irregulares foram fechados em SP. Nesta quarta, as peças dos carros passam ter etiqueta com um código.


A Lei dos Desmanches completa um ano nesta quarta-feira (1º) de regulamentação da atividade de desmonte e reciclagem de veículos em todo o estado de São Paulo Neste período, o Detran diz que fechou 700 desmanches que funcionavam irregularmente. Desde então, o número de roubos e furtos de carros vêm caindo no estado.

Quem trabalha com desmanche de veículos deve ser credenciado no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e na Secretaria da Fazenda e só empresas credenciadas poderão revender peças ao consumidor final.

A partir desta quarta começa a segunda fase para combater o comércio de peças ilegais. Para facilitar o rastreamento, as peças dos carros devem ser identificadas com uma etiqueta com um código que mostra a origem do produto e ter notas fiscais eletrônicas.

A lei também diz que as empresas devem evitar a contaminação do solo na área do desmanche.

“Com isso nós podemos controlar ainda melhor todo o trabalho que está sendo feito já na área junto com a Secretaria de Segurança, Secretaria da Fazenda, que, além dos fechamentos dos desmanches, só permitir que as empresas legalmente constituídas possam continuar trabalhando”, afirmou Daniel Anneberg, diretor-presidente do Detran de São Paulo.

Um desmanche que foi considerado modelo pelo Detran já está usando a etiqueta. “O cliente, através simplesmente de um contato visual, ele pode identificar essa etiqueta e ter a certeza que a peça é uma peça legal”, afirmou Eduardo de Sá, coordenador da loja de autopeças.

Inicialmente, os funcionários do desmanche conferem a situação do carro no departamento de trânsito. Depois passa por um processo de limpeza para retirar o combustível e em seguida o veículo é desmanchado.

O número de roubos e furtos de veículos no estado passou de 47 mil no segundo semestre do ano passado para 35 mil no primeiro semestre deste ano, o que representa uma queda de quase 25%.

O secretário de Segurança Pública Alexandre de Moraes diz que já conversou com o sindicato das seguradoras e que algumas diminuíram o preço dos seguros.

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Fonte:
G1 São Paulo
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