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29/01/2014

O presidente da Fenacor e deputado federal, Armando Vergilio (PSD-GO), explica que o PL 23/11, de sua autoria, visa a disciplinar o funcionamento das empresas de desmanches. 95% dos veículos furtados ou roubados no Brasil são destinados ao abastecimento o mercado ilegal, alerta.

Vergílio conta que o PL vem para melhorar tanto a segurança publica, quanto a violência no trânsito. Na medida em que não houver um mercado ilegal demandando peças, e sim um segmento regulado, estritamente fiscalizado pelo Estado, a segurança publica será melhorada sensivelmente. Nessa linha, ele ressalta que na Argentina, por exemplo, as empresas de desmonte já são legalizadas e funcionam muito bem.

Sobre a violência no trânsito, o deputado aponta que o índice de furtos cairá, a partir da possibilidade de reparação de veículos com custo mais baixo, porém com peças absolutamente seguras, certificadas e avaliadas do ponto de vista técnico e estrutural. O resultado será a diminuição de peças vindas de um mercado informal e ilegal que não possuem nenhuma garantia de procedência e segurança, sustenta.

O projeto é mais abrangente, pois vem para solucionar também questões relacionadas ã sustentabilidade, como explica Vergílio. Hoje você tem essas carcaças de veículos após o desmanche que são descartadas aleatoriamente no meio ambiente, causando graves problemas e virando criadouro de mosquito da dengue, frisa.

Em resumo, o projeto age em diversas frentes, permitindo, inclusive, que saia do papel o seguro popular de automóvel. Ao estar com tudo isso estruturado, teremos uma industria regulamentada para fazer a reparação dos veículos sinistrados e a cobertura dos carros com quatro, cinco ou seis anos que hoje não fazem o seguro pelo alto custo, em função dessa reposição de peças, conclui.


Fonte:
CQCS
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